Hoje estava a ouvir um programa na minha estação de rádio de eleição e, a páginas tantas, falavam de amor.
Claro que achei aquilo tudo uma grande pataquada.
À parte os comentários pertinentes de um senhor que para lá andava que parece que era entendido no assunto, muito se falava sem que muito se dissesse. É por esta razão que me reservo ao direito de registar meia dúzia de alarvices (ok, por agora vou registar só uma) que me vieram a esta, como em breve saberão, parvalhona lembrança. (Sim, sou um Parvalhão. Não, não tenciono mudar.)
Ora bem...
Diz que o amor é bonito, não é? Pois cá vai um pouco de parvoice em torno do assunto:
Quando se ama ouve-se coisas que não soam, escutam-se pássaros onde não estão.
Quando se ama, é mais belo o que se vê. Vê-se flores que não são.
No amor tudo vale, os sentidos misturam-se, passam de cinco a um. Confundem-se.
Quando se ama ouve-se cores, vê-se odores, sente-se o cheiro da música...
E dizem que é bom, o amor?
Se o amor é tudo isto e tudo isto é amor, se por essa razão o amor é que é bom... Imaginem o que não será o LSD!
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário